Estamos perante uma semana bastante produtiva. Começamos com o ponto final da UEFA sobre o clássico da Luz. Eles lá deram razão ao clube da casa, e não, não me refiro a casa numa piada sobre o endereço de morada possa, eventualmente, ser o mesmo que o C.A., mas sim o Benfica. Estádio da Luz – casa. Ainda agora começamos, não quero que achem que sou parcial! (Logo eu!). Portanto, isto resume-se a uma conclusão lógica: no clássico do dragão desta temporada, o único até à data, teve um lance anulado num ressalto de mão em mão, ou mais especificamente, de braço em braço. Ao contrário do lance do Pizzi, a bola beijou o braço de Mitroglou, socou no braço do Felipe que fez a assistência para o golo. Talvez foi a agressividade do toque e a insensibilidade da bola que fez o árbitro questionar-se sobre as leis do ressalto. Fica a dúvida.

Outra notícia que veio à baila, foi a transferência do Gonçalo Guedes para o PSG. Uma transferência que assegurou lugar entre as dez mais caras do mercado de inverno, o que me leva a uma questão pertinente: Quando o “Dumbo” foi lançado, a 23 de outubro de 1941 (um dos filmes mais espetaculares da Old Disney), valeu assim tanto dinheiro como a venda do Gonçalo Guedes? Porque se valeu, esta vai ser a minha última crónica e o site vai ser fechado! Vou lançar o “Dumbo 2” com participação especial de Guedes e Luís Filipe Vieira (nunca se deve separar um pai de um filho). Não fiquem nas filas, vão já comprar os bilhetes! (Mas não o façam fora da vossa cidade, se não os preços sobem e, ao contrário do Dumbo, o Guedes não voa para os apanhar e trazê-los cá para baixo! Apesar que ele usa a lei da gravidade como ninguém. O avançado mais rápido a chegar ao chão sem sofrer qualquer toque! Algo realmente fantástico!)

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